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terça-feira, 31 de março de 2015

Coelho da Páscoa para Murilo Germano



     


Olá meninas amadas!
Estão  vendo esse camaradinha aí abaixo?
Vou lhes contar a história dele!
Como quase todas as mulheres eu sonhei ser mãe, e recebi da Divina Providência a benção de três lindos e maravilhosos filhos, depois de vê-los criados, cada um tomando pé da própria vida e seguindo cada um o seu rumo, começamos a sentir saudades! Uma gostosa saudade de embalar em nossos braços aqueles que hoje  se tornaram adultos! E fixamos essas saudades nas possibilidades dos netos que podem vir ou não! Podem chegar logo ou demorar décadas!



 Mas quando finalmente chegam, quanta ventura nos trazem!
'Vixê'! Acho que viajei um pouquinho né?
 Na verdade quero contar sobre o nosso senhor coelho aí; Ah uma década trabalhando com crianças da  comunidade, Recebemos de uma amiga um belo lote de bonecos para serem costurados acabados e distribuídos para as crianças. 
Cada uma delas levaram o seu amiguinho para casa. Depois de terminada esse projeto, descobri caído atrás de uma caixa, o nosso figura aí que estava apenas cortado. Então, pensei como seria gostoso ver um netinho ou netinha recebendo  um desses, e como todas as crianças já tinham o seu, decidi guardá-lo. 
Dessa forma o coitadinho passou uma década perdido e esquecido no meio de 
um monte de retalhos e trabalhos por terminar que, não sei porque, a gente junta e guarda por anos a fio!






Agora, acabo de ganhar uma máquina  de costura portátil e moderna, do maridão, uma  brilliance 6180 da Singer, criei coragem e estou concluindo os antigos projetos abandonado. E surpresa encontrei o sr. Coelho, em meio a um monte de retalhos.













Nossa! quantas lembranças!
E que bom, já sou avó desse lindo menino, o Murilo Germano, com sete meses, e daqui a pouco será páscoa! Não exitei; lavei imediatamente, costurei, e dei acabamento ao nosso amiguinho, deixando-o prontinho para entregá-lo ao seu futuro dono!




sábado, 16 de agosto de 2014

Fraldas de Boca para Murilo Germano


Minha  amiga a Prof.  Lenira de 
Souza  fez estas fraldas de boca para meu neto.
Postei para curtir com  vocês minhas  amigas.


  Ela preferiu usar os medalhões pintados em algodão,
,
 que  depois aplicou num dos quadrantes  da peça.

assim, além de ficar bem leve, ficou delicado, visto que a pintura  diretamente no tecido fralda, não
 tem o resultado legal, por causa da trama.
 Ficou uma belezinha não é mesmo?


Ah! a professora Lenira faz maravilhas com pinceis, sob encomenda!
Confira> Veja as fotos

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Oração por ocasião da chegada de um bebê






Chegou, e a casa encheu-se de fragrância.
Parece primavera.
Em ti, Pai Santo, manancial de toda paternidade, em
ti estão todas as nossas fontes.
Mandaste-nos um presente desejado e sonhado:
uma criança chegou para o banquete da festa.
Seja bem-vinda! Como é que vamos te agradecer,
Senhor da vida, com quê palavras?
Obrigado por seus olhos e por suas mãos,
Obrigado por seus pés e por sua pele,
Obrigado por seu corpo e por sua alma,
Em Tuas mãos de ternura nós o depositamos para
que cuides dele , e lhe faças carinhos e o enchas de
doçura.
Pai Santo e querido, põe um anjo ao seu lado para
que impeça a passagem da doença e de todo o mal,
e o guie pelas sendas da saúde e bem estar.
O bem, a paz e a Bênção acompanhem-no todos os
dias de sua vida .


Amém

terça-feira, 22 de julho de 2014

A Arte de Ser Avó


Aí amigas, finalmente o Murilo chegou!
Veio forte saudável e bonito!


E ser avó tem algo de mágico; Uma magia que só quem passa pela experiencia pode definir; Tem  milhares de palavras, mas todas elas juntas, não conseguem definir  esta magia em sua totalidade.

Algo como ser mãe novamente , porém sem os desconfortos de um parto.
Veio com certeza por um ponto final em parte da minha história de vida, e abrir  uma outra página, em branco, mas ao mesmo tempo, repleta por uma bagagem que somam todas as nossas descendências, nosso passado, rumo ao futuro.

Estranhas sensações despertadas, mas nada que seja necessário desvendar, apenas curtir, observar, vivenciar.

Raquel de Queiroz, traduz bem essa magia da vida:
A Arte de Ser Avó

Netos são como heranças: você os ganha sem merecer. Sem ter feito nada para isso, de repente lhe caem do céu. É, como dizem os ingleses, um ato de Deus. Sem se passarem as penas do amor, sem os compromissos do matrimônio, sem as dores da maternidade. E não se trata de um filho apenas suposto, como o filho adotado: o neto é realmente o sangue do seu sangue, filho de filho, mais filho que o filho mesmo...

Quarenta anos, quarenta e cinco... Você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que esperava. Não lhe incomoda envelhecer, é claro. A velhice tem as suas alegrias, as suas compensações - todos dizem isso embora você, pessoalmente, ainda não as tenha descoberto - mas acredita.

Todavia, também obscuramente, também sentida nos seus ossos, às vezes lhe dá aquela nostalgia da mocidade. Não de amores nem de paixões: a doçura da meia-idade não lhe exige essas efervescências. A saudade é de alguma coisa que você tinha e lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade. Bracinhos de criança no seu pescoço. Choro de criança. O tumulto da presença infantil ao seu redor. Meu Deus, para onde foram as suas crianças? Naqueles adultos cheios de problemas que hoje são os filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento a prestações, você não encontra de modo nenhum as suas crianças perdidas. São homens e mulheres - não são mais aqueles que você recorda.


E então, um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe põe nos braços um menino. Completamente grátis - nisso é que está a maravilha. Sem dores, sem choro, aquela criancinha da sua raça, da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino seu que lhe é "devolvido". E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário, causaria escândalo e decepção se você não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor recalcado que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração.

Sim, tenho certeza de que a vida nos dá os netos para nos compensar de todas as mutilações trazidas pela velhice. São amores novos, profundos e felizes que vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixado pelos arroubos juvenis.
 Aliás, desconfio muito de que netos são melhores que namorados, pois que as violências da mocidade produzem mais lágrimas do que enlevos. Se o Doutor Fausto fosse avó, trocaria calmamente dez Margaridas por um neto...

No entanto - no entanto! - nem tudo são flores no caminho da avó. Há, acima de tudo, o entrave maior, a grande rival: a mãe. Não importa que ela, em si, seja sua filha. Não deixa por isso de ser a mãe do garoto. Não importa que ela, hipocritamente, ensine o menino a lhe dar beijos e a lhe chamar de "vovozinha", e lhe conte que de noite, às vezes, ele de repente acorda e pergunta por você. São lisonjas, nada mais. No fundo ela é rival mesmo. Rigorosamente, nas suas posições respectivas, a mãe e a avó representam, em relação ao neto, papéis muito semelhantes ao da esposa e da amante dos triângulos conjugais. A mãe tem todas as vantagens da domesticidade e da presença constante. Dorme com ele, dá-lhe de comer, dá-lhe banho, veste-o. Embala-o de noite. Contra si tem a fadiga da rotina, a obrigação de educar e o ônus de castigar.

Já a avó, não tem direitos legais, mas oferece a sedução do romance e do imprevisto. Mora em outra casa. Traz presentes. Faz coisas não programadas. Leva a passear, "não ralha nunca". Deixa lambuzar de pirulitos. Não tem a menor pretensão pedagógica. É a confidente das horas de ressentimento, o último recurso nos momentos de opressão, a secreta aliada nas crises de rebeldia. Uma noite passada em sua casa é uma deliciosa fuga à rotina, tem todos os encantos de uma aventura. Lá não há linha divisória entre o proibido e o permitido, antes uma maravilhosa subversão da disciplina. Dormir sem lavar as mãos, recusar a sopa e comer roquetes, tomar café - café! -, mexer no armário da louça, fazer trem com as cadeiras da sala, destruir revistas, derramar a água do gato, acender e apagar a luz elétrica mil vezes se quiser - e até fingir que está discando o telefone. Riscar a parede com o lápis dizendo que foi sem querer - e ser acreditado! Fazer má-criação aos gritos e, em vez de apanhar, ir para os braços da avó, e de lá escutar os debates sobre os perigos e os erros da educação moderna...


Sabe-se que, no reino dos céus, o cristão defunto desfruta os mais requintados prazeres da alma. Porém, esses prazeres não estarão muito acima da alegria de sair de mãos dadas com o seu neto, numa manhã de sol. E olhe que aqui embaixo você ainda tem o direito de sentir orgulho, que aos bem-aventurados será defeso. Meu Deus, o olhar das outras avós, com os seus filhotes magricelas ou obesos, a morrerem de inveja do seu maravilhoso neto!

E quando você vai embalar o menino e ele, tonto de sono, abre um olho, lhe reconhece, sorri e diz: "Vó!", seu coração estala de felicidade, como pão ao forno.

E o misterioso entendimento que há entre avó e neto, na hora em que a mãe o castiga, e ele olha para você, sabendo que se você não ousa intervir abertamente, pelo menos lhe dá sua incondicional cumplicidade...

Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menininho - involuntariamente! - bateu com a bola nele. Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beiço pronto para o choro; e depois o sorriso malandro e aliviado porque "ninguém" se zangou, o culpado foi a bola mesma, não foi, Vó? Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague...


(O brasileiro perplexo, 1964.)







sexta-feira, 4 de abril de 2014

Curtindo a espera do Murilo Gêrmano



                        Curtindo com a vovó Julieta os presentes recebidos para o enxoval






                                              Preparando para pintar o abajour  e aguçando a curiosidade da Cenourinha.         



                                      


                                       


                                                      Este eu pintei.   




Pirulitos de EVA.
                Lembrancinhas para o Chá de Bebê, feito pela mamãe!
Papai Wagner curtinho
Curtindo o enxoval do Murilo

                       Continuo as voltas com as lembrancinhas. fofas não?
                                  O kit foi presente da Cirenia. 
                                       Não ficou lindo?

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Lembrancinha da Maternidade-





Chaveirinho Sapatinho de crochet





                                                         
Estou curtindo muito 'crochetar' as lembrancinhas de maternidade para meu neto que  está chegando.
Babi, a feliz mamãe, optou por sapatinhos- chaveirinhos  feitos em linha vermelha.
Coube a mim esta  adorável missão.
Nunca antes havia tecido sapatinhos. Mas foi bem fácil; estudei um vídeo da internet, e fiz os dois primeiros, que não ficaram tão bons. Somente a partir do terceiro é que ficou bonitinho.

Fotografei por partes, e trouxe para as amigas verem.




Começa com 6 correntes + e correntes, seguidas de 2 p.a. na 6 corrent.
4 p.a. na sequencia, e depois mais 4 p.a. n última corrente fazer 5 p.a. fazendo a volta da base do pezinho. 
Mais 4 p.a. e terminar com 2 p.a. na corrente inicial. Terminar a solinha com 1' pbx' nas três
 corr, feitas para subir inicialmente.
Fica assim
                                                            

Em  seguida faça 1 'mpa' relevo em cada 'pa'., para subir o peito do pé.

                                                       


Repita a operação mais uma vez.



 Repita pela terceira vez, diminuindo um ponto na parte central da frente, e repita essa ação por mais duas vezes.


Na quarta vez, localize o ponto anterior a primeira diminuição e faça aí a ultima diminuição, pegando na mesma posição do outro lado.
Agora é hora de iniciar o caninho.
Faça 'mpa' relevo 1X1 em cada ponto anterior, até atingir a altura da metade do caninho, 6 carreiras seguidos de igual altura com 'pbx'. mais 7 carreiras. 


Dobre o caninho, coloque o enfeite. e encha com manta acrílica ou algodão.


     

           As medidas finais serão 3 cm de base e 4 de altura.


                     
                                                
      

                                                        Gostou?
Então comenta aí.
Bjs!